Cosmochão OFB

Recife, Brasil

A exposição parte de diálogos entre a obra de Francisco Brennand e a produção de outros artistas, articulando dois fundamentos centrais de seu trabalho: a escultura no campo expandido e a noção de território. A escultura é entendida para além do objeto isolado ou da figura disposta sobre um pedestal, enquanto que o território é compreendido como um espaço construído por relações, memórias, vínculos sociais e espirituais. Nesse contexto, o espaço expositivo é concebido como um território de encontro, onde obras, ambiente e público se articulam. A exposição propõe, assim, conexões entre corpo e espaço, material e imaterial, chão e cosmos, fazendo da ocupação do espaço uma forma de pensar sobre pertencimento e a conexão entre os seres.

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